O policial penal Felipe Arthur Bugni, de 40 anos, foi preso na noite deste domingo (27) sob suspeita de matar a esposa, Aline Alves Bugni, de 31 anos, dentro de uma casa em Cajamar, na região metropolitana de São Paulo.
Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a morte foi constatada no local por uma equipe médica. A ocorrência foi registrada inicialmente como morte suspeita e a dinâmica dos fatos é apurada, inclusive sob a hipótese de feminicídio. O marido da vítima foi preso em flagrante pelos crimes de violência psicológica contra a mulher, lesão corporal e ameaça, após se envolver em agressões contra familiares da vítima.
O que aconteceu
Policial penal de 40 anos foi preso na noite de domingo sob suspeita de matar a esposa, de 31 anos, em Cajamar.
Aline Alves Bugni foi morta dentro de uma residência na cidade da região metropolitana de São Paulo.
A SSP-SP informou que a morte foi constatada no local por uma equipe médica e que a ocorrência foi registrada como morte suspeita, com a dinâmica ainda sendo apurada, incluindo a hipótese de feminicídio.
Quem está envolvido
Felipe Arthur Bugni, 40 anos, é o policial penal acusado.
Aline Alves Bugni, 31 anos, esposa de Felipe e mãe de uma filha de 9 anos, era a vítima.
O marido foi preso em flagrante pelos crimes de violência psicológica contra a mulher, lesão corporal e ameaça, segundo a SSP-SP.
Foi apreendida a presença de duas armas de fogo, carregadores e aparelhos celulares na residência.
Local, data e contexto
Ação ocorreu em Cajamar, cidade da região metropolitana de São Paulo.
A prisão ocorreu na noite de domingo, data informada pela matéria.
A SSP-SP informou que exames periciais foram requisitados para esclarecer as circunstâncias da morte.
Dados e números relacionados
Duas armas de fogo, carregadores e aparelhos celulares foram apreendidos na residência.
Exames periciais foram requisitados para auxiliar no esclarecimento das circunstâncias da morte.
No estado de São Paulo, no primeiro semestre de 2026, foram registrados 142 casos de feminicídio, um aumento de 10% em relação ao mesmo período de 2025 (129 vítimas).
Contexto maior de violência contra a mulher (dados do estado)
Considerando apenas o mês de junho, feminicídios caíram de 21 (2025) para 17 (2026).
Outros indicadores de violência contra a mulher em junho de 2026 tiveram alta: estupro de vulnerável, descumprimento de medida protetiva de urgência (MPU), agressão física, perseguição e violência psicológica em contexto de violência doméstica.
Os registros de descumprimento de MPU somaram 2.099 em junho de 2026, alta de 23,3% ante o mesmo mês de 2025.
Lesão corporal dolosa contra mulheres em junho de 2026 totalizou 5.604, alta de 10,5% em relação a 2025.
Estupro de vulnerável passou de 719 para 848 entre junho de 2025 e 2026; perseguição de 2.731 para 3.037; violência psicológica de 326 para 509.